Foi com uma orientação própria
Que o mar se inclinou para a terra
Que os grãos aprenderam a crescer
Que o sol se refez na noite em teu brilho
Como acham rumo os navegantes
De mim, que te vejo nova ou minguante
Sei que escapa à hora, ao ano, ao homem
Sei com a mão estendida qual asas gigantes
Sei com a metamorfose de todo antes
Que brilharás teus ciclos na noite eterna
Que o nosso fica mesmo se distante
outubro 28, 2009 às 1:32 pm |
vida de ciclos
que põe o mundo a girar
todo fim um recomeço
faz parte do caminhar…